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	<title>Forum Mundial de Educação &#187; Sem categoria</title>
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		<title>FME SM FME – Cerca de 6.000 pessoas participam da primeira grande conferência do Fórum</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 22:09:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albert.sansano</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="https://lh4.googleusercontent.com/-JhTB7zSy340/SF6vxgS3UUI/AAAAAAAAAlw/8SqBPxMrqW4/s640/Apresenta%2525C3%2525A7ao%252520da%252520Mesa%25252014_%252520Educa%2525C3%2525A7ao%252520cidada%252520para%252520uma%252520cidade%252520educadora%2525203_29_05_08.jpg" alt="" width="226" height="169" />O ginásio principal do Centro Desportivo Municipal (CDM) ficou lotado, na manhã desta quinta (29), durante a abertura das discussões do Fórum Mundial da Educação. Aproximadamente 6 mil pessoas participaram da grande conferência, que tratou sobre o tema de um dos três eixos do Fórum: Educação e Economia Solidária. Outras 4 mil participaram das atividades paralelas. Os conferencistas foram Guillermo Willimson, da Universidad de La Frontera do Chile, Helena Singer, da Cidade Escola Aprendiz de São Paulo, e Sergio Kapron, da Pontifícia Universidade Católica de Porto Alegre.</p>
<p>O coordenador da mesa foi o professor Moacir Gadotti, do Instituto Paulo Freire, e a relatora Loiva Machado, da Cáritas do Brasil. Gadotti falou, durante a abertura da discussão, sobre o início dos debates acerca da temática da economia solidária, por volta dos anos 70. Disse que na época, o tema era tratado como inusitado. Agora, segundo o professor, o conceito invadiu a América Latina e já tem no Brasil uma grande referência, especialmente Santa Maria. O educador ainda destacou que a economia solidária e a educação são dependentes uma da outra. Segundo ele, a ES surge através de uma opção de vida, de uma adesão, de uma formação, o que é cultivada nos cidadãos através da educação.</p>
<p>Para ele, os princípios de cooperação, a base da economia solidária, têm potencial educativo enorme. Lembrou do livro escrito por ele em 1983 que falou pela primeira vez do assunto economia solidária e educação, que se chama &#8220;Educação Comunitária e Economia Popular. &#8220;Desde aquela época já tínhamos uma certa percepção de que a educação precisava de solidariedade, assim como a economia também necessita. Precisamos de formação para criar novos modos de vida, pois nós devemos ser a mudança que queremos para o mundo&#8221;, destacou.</p>
<p>Conferencistas discutiram diferentes ângulos acerca do tema educação e economia<br />
O chileno Guillermo Williamson foi o primeiro palestrante da manhã. Ele frisou que o tema economia não se restringe somente a profissionais do meio, mas também aos educadores que são consumidores, produtores e transmissores de cultura. Para ele, a ES se sustenta através da cooperação, solidariedade, ética planetária, comércio justo, produção e consumo sustentável. Williamson citou o modelo neoliberal do capitalismo, que promove a concentração econômica e, com isso, de poder também. Segundo ele, o desafio mundial, atualmente, é a igualdade a partir da diversidade. Finalizou dizendo que o desenvolvimento da ES se dará somente através da educação e pedagogia solidária.</p>
<p>O economista Sérgio Kapron observou, durante sua esplanação, que nos últimos anos houve um salto grande na compreensão de querer construir um novo mundo. &#8220;Hoje, tratamos o tema como um passo adiante&#8221;, ressalta. Para ele, a educação e a economia regem a sociedade. Kapron comenta que o principal desafio dos educadores é derrubar as janelas e ver as novas possibilidades sem barreiras, sem paredes, com um olhar multidisciplinar. &#8220;Um outro mundo não poderá ser construído através de um desejo da comunidade, mas, sim, de uma prática que deve ser estimulada principalmente pelos professores&#8221;, afirma.</p>
<p>Já a socióloga Helena Singer mostrou as experiências das escolas democráticas da região metropolitana de São Paulo, que optam pela educação solidária, com acesso universal à informação, incentivo a discussão coletiva, a participação de todos, a divisão de responsabilidades, de tarefas sem hierarquia. Segundo ela, este modelo estimula a confiança, a satisfação pessoal e agregação. Ela também falou da solidariedade na gestão escolar, a livre circulação dentro da escola, da auto-apendizagem e do novo papel dos educadores. Helena falou, ainda, da inclusão de alunos, que aprendem através das diferenças. &#8220;Creio na idéia de unir os que sabem ler com os que não sabem, dos maiores que cuidam dos menores, entre outros. Assim, os ritmos de cada um começam a serem respeitados e as pessoas se sentem mais acolhidas&#8221;.</p>
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		<title>FME SM Fórum também promove discussões temáticas</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 22:08:11 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="https://lh3.googleusercontent.com/-6zZxD5-N3iY/SF6w9lVSIWI/AAAAAAAAApc/8RTuAffyZkY/s640/Apresenta%2525C3%2525A7ao%252520Eixo%252520II%252520Educa%2525C3%2525A7ao%25252C%252520Incusao%252520e%252520cultura%252520emancipat%2525C3%2525B3ria%2525208%25252030_05_08.jpg" alt="" width="225" height="168" />“O ensino tem múltiplas linguagens”. É com esta concepção que Paulo Roberto Padilha desenvolve seu trabalho como Diretor Pedagógico do Instituto Paulo Freire. Como o nome sugere esta associação, sem fins lucrativos, busca dar continuidade ao legado do educador Paulo Freire.</p>
<p>Padilha foi mediador do debate temático &#8220;Educação Cidadã para uma Cidade Educadora&#8221;, onde um dos assuntos abordados foi a Educação Fiscal. A atividade ocorreu na tarde desta quinta-feira (29) no ginásio C do Centro Desportivo Municipal (CDM). Ela faz parte da programação do Fórum Mundial da Educação, que iniciou ontem e segue até sábado (31). O debate contou com a presença do delegado da Receita Federal, Carlos Luciano Sant’Anna, da professora Leslie Toledo e do publicitário Roberto Bordin. Compuseram, também, a mesa de debate um dos integrantes do Comitê Organizador do Fórum, Ramón Moncada e a professora municipal, Vera Lúcia Machado.</p>
<p>Primeiro cada componente da mesa expôs as suas impressões sobre o fórum. A Professora Leslie, que é espanhola e doutoranda de estudos sobre a mulher, pelo Instituto Universitário de Valência, disse que a educação cumpre papel importante na formação do cidadão. Ela acredita que o acesso ao conhecimento dá subsídios para que o homem construa as suas ideologias.</p>
<p>O delegado da Receita Federal lembrou que em Santa Maria o Programa de Educação Fiscal, desenvolvido pelo Governo Federal se tornou referência. Ele parabenizou os gestores do projeto da cidade e lembrou que 51 das 56 escolas municipais integram o programa. “Este dado permite que a gente veja o sucesso do projeto aqui na cidade”, avalia o delegado.</p>
<p>O mediador do encontro salientou a importância do Fórum. Ele disse que o evento permite que pessoas de diferentes localidades possam trocar experiências e desta forma construir juntos um novo modelo para educar. “O encontro é enriquecedor, pois abre espaço para a discussão de temas muito importantes, como educação e ética planetária”, ponderou Padilha.</p>
<p>Antes que fosse aberto o espaço para discussão, algumas escolas fizeram apresentações artísticas cujo a temática foi educação fiscal. As Escolas Municipais Irmão Quintino e Nossa Senhora do Perpétuo Socorro apresentaram respectivamente as paródias musicais Até quando? e Que país é esse? A escola Estadual Cel. Pilar também participou da atividade, a professora Lizete Pidotto coordenou os estudante. “É muito gratificante apresentar nosso trabalho em um espaço que busca discutir melhorias em uma área tão importante como a educação” declarou a professora.</p>
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		<title>FME Educação humanizada como formação para a vida</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 22:07:28 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="https://lh5.googleusercontent.com/-bWs0mIw21es/SF6xsDpeK8I/AAAAAAAAAro/0JtrxsaFGU4/s640/b%252520Eixo%252520II%252520Educa%2525C3%2525A7ao%25252C%252520Incusao%252520e%252520cultura%252520emancipat%2525C3%2525B3ria%2525204%25252030_05_08.jpg" alt="" width="226" height="169" />Na tarde desta quinta-feira (29) foi realizado um debate temático que tratou sobre as formas de transformar o ensino em uma atividade prazerosa e que não se detenha somente aos bancos escolares: &#8220;Escola, vida e educação humanizadora&#8221;. Os debatedores foram o professor Celso Ilgo Henz, do Centro de Educação da Universidade Federal de Santa Maria, e Carmem Duran, do Seminário Galego de Educação para a Paz &#8211; Cultura de Paz, da Espanha.</p>
<p>Sobre o tema do debate, Celso, que é Doutor em Educação, primeiramente falou que nunca se deve menosprezar valores. Ele deu o exemplo de uma criança, que mesmo com pouca idade já carrega uma carga de conhecimentos e que pode perfeitamente transmitir-los aos que estão ao seu redor. &#8220;Este é o primeiro ensinamento para se humanizar a educação: Nunca menosprezar o saber, a linguagem, semântica e a sintaxe de uma criança, por mais atrapalhadas que elas possam parecer&#8221;, comentou.</p>
<p>Segundo ele, no mundo moderno a internet tem representado uma gama muito grande de ensinamentos. A todo momento milhões de informações se tornam acessíveis a todos, mas uma sala de aula, além de conhecimento, traz afeto, abraços, carinho e convivência, coisas que não são encontradas na grande rede de computadores. São estas características que precisam ser incorporadas às salas de aula. Ele ressalta a convivência entre educadores e alunos para o efetivo processo da educação.</p>
<p>Cinco foram as dimensões enumeradas por Celso para humanizar o saber: a ética política dos homens, a técnico &#8211; científica, epistemológica, estético &#8211; afetiva e a dimensão pedagógica. Todos estes pontos levam para a caminhada conjunta entre professores e alunos, partindo de saberes e conhecimentos destes. &#8220;Sejamos pedagogos, mas façamos da escola um lugar para sermos felizes. Não eduquemos para o futuro, mas vivamos no presente o que queremos para mais tarde&#8221;, ressaltou.</p>
<p>A atividade levantou o público, que interagiu com os debatedores através de perguntas e aplausos. Ele ainda chamou os professores para que façam bem feito seu trabalho de educar, que o ensino dos conhecimentos específicos seja realizado de forma mais calorosa, fazendo com que professores e alunos andem de mãos dadas. &#8220;Se fizermos nosso trabalho desta forma algum dia teremos o reconhecimento de nossa profissão quase que de forma natural&#8221;, encerrou.</p>
<p><strong>Carmem fala sobre integração entre educação e economia solidária</strong></p>
<p>Dentro do Eixo II: Educação, Inclusão e Cultura Emancipatória, no debate &#8220;Escola, vida e educação humanizadora&#8221;, Carmem Duran comentou suas experiências na busca por uma educação que coloque a economia solidária dentro de ensinamentos escolares e que sirvam para a vida. Também falou sobre o diálogo e o relacionamento como formas de aceitação entre as pessoas, fatores que contribuem para uma educação horizontal, onde todos tenham voz.</p>
<p>Os temas tratados pela debatedora foram comparados à economia solidária, e como ela, ressaltam a necessidade de se conhecer companheiros e companheiras com os quais as pessoas se relacionam diariamente. &#8220;Uma educação humanizadora depende de todos nós e é importante para todo nosso entorno de mundo&#8221;. Destacou. Além deste, outros cinco debates foram realizados nesta quinta-feira no Centro Desportivo Municipal. Todos os debates foram antecedidos por apresentações culturais, promovidos por alunos de escolas de Santa Maria.</p>
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		<title>fme sm Marcha Cultural encerrará Fórum em Santa Maria</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 22:06:41 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="https://lh4.googleusercontent.com/-WLBjmx6BtwA/SF6wzZSEIoI/AAAAAAAAAo8/mZlocBuYAR8/s640/Apresenta%2525C3%2525A7ao%252520Eixo%252520II%252520Educa%2525C3%2525A7ao%25252C%252520Incusao%252520e%252520cultura%252520emancipat%2525C3%2525B3ria%25252011%25252030_05_08.jpg" alt="" width="227" height="170" />Neste sábado o encerramento do Fórum Mundial de Educação de Santa Maria será com a Marcha Cultural que seria realizada no dia 28 de maio. A Marcha foi transferida para este sábado em função da chuva da última quarta-feira.</p>
<p>A Marcha sairá do Centro Desportivo Municipal (CDM) após a conferência do Eixo III, Educação e Ética Planetária, no ginásio principal. O destino é a Praça Saldanha Marinho, onde será divulgada a Carta de Santa Maria com os resultados dos debates e conferências que estão sendo realizadas desde a manhã desta quinta-feira. Já foram realizadas duas grandes conferências e 31 debates temáticos, todos com temas relacionados a Economia Solidária e a Educação, os dois eixos do FME.</p>
<p>A partir das 11h a Diretoria Municipal de Trânsito fechará a rua Appel, em frente ao CDM para que a passeata seja organizada. Após o término da conferência, por volta das 12h, os participantes sairão pela Avenida Presidente Vargas, em direção a rua Serafim Valandro. Da Valandro a passeata seguirá pela rua Doutor Bozano até a Praça Saldanha Marinho.</p>
<p>A expectativa de público da secretaria executiva do Fórum é de que aproximadamente 5 mil pessoas participem da caminhada. Toda a atividade será acompanhada por 15 agentes de trânsito da DMT, que estarão bloqueando as vias à medida que a caminhada for se aproximando. A Brigada Militar estará auxiliando com motocicletas.</p>
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		<title>fme sm Palestrante colombiano critica ausência de “políticas públicas” para a educação</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 22:04:46 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="https://lh5.googleusercontent.com/-Qe_-Lc319Z8/SF6xEtDMWDI/AAAAAAAAAp4/3--GZQrowYI/s640/b%252520Eixo%252520II%252520Educa%2525C3%2525A7ao%25252C%252520Incusao%252520e%252520cultura%252520emancipat%2525C3%2525B3ria%2525203_%25252030_05_08.jpg" alt="" width="225" height="168" />É preciso saber diferenciar políticas públicas para educação de projetos de governos, de estratégias políticas para se chegar ao poder, que muitas vezes se encerram em quatro anos ou num período que dura apenas o mandato do governante. “Precisamos pensar a educação no longo prazo”, sintetizou Ramon Moncada, professor de universidades colombianas e integrante do Comitê Internacional do Fórum Mundial de Educação (FME), na manhã desta sexta, 30, durante a Conferência “Educação, Inclusão e Cultura Emancipatória”, que mais uma vez, apesar do frio, lotou o Centro Desportivo Municipal (CDM) de Santa Maria. Os demais painelistas foram Maria Paz Echeverriarza Espínola, do Uruguai, que é consultora da Unesco; José Eustaquio Romão (Brasil) e Carmem Durán (Espanha). A coordenação da conferência ficou a cargo de Salete Valezam Camba, do Brasil.</p>
<p>Ramon Moncada considerou que as políticas públicas para a educação devem ser construídas de forma democrática, com a participação da sociedade, e não elaboradas em gabinetes. O colombiano, de Medellín, criticou as políticas do Banco Mundial para o ensino. Segundo ele, as “políticas transnacionais não pensam a cultura de cada país e pregam uma política de educação privada”. O problema, segundo ele, é que essas políticas de orientação privatista acabam se transformando em “políticas públicas de governos do nosso continente”. Moncada também destacou que muitas vezes se faz uma confusão entre “escolarização” e “educação”. Segundo ele, o que muitos governos fazem, sob orientação economicista das pastas da fazenda e do planejamento, é atentar apenas para ações de escolarização, sem pensar as políticas educacionais de longo prazo.</p>
<p><strong>Resgatando Paulo Freire</strong></p>
<p>Um dos momentos mais aplaudidos na conferência desta manhã foi a exposição do professor José Eustaquio Romão, do Instituto Paulo Freire, que em sua fala resgatou um pouco sobre a história dos 40 anos da obra “Pedagogia do Oprimido”. Romão destacou que Freire tinha duas concepções básicas sobre educação. A primeira, segundo ele, é a “educação bancária”, que consiste no fato de o “educador querer depositar o conhecimento na cabeça do educando”. E, a outra, conceituada como “educação emancipadora”, é multidirecional, ou seja, todos ensinam e todos aprendem.</p>
<p>Para José Romão, conforme a concepção freiriana, “é preciso substituir a pedagogia da certeza pela pedagogia da dúvida”. Todos esses fatores somados levam a uma outra concepção de ser humano. Esse ser, que apregoava Paulo Freire, é “incompleto, inconcluso e inacabado”. Incompleto, explica o educador paulista, porque estamos em constante evolução. Segundo Freire, é “a transcendência do coletivo na contingência do indivíduo”. O pensamento do fundador da “pedagogia do oprimido” refuta a tese de que o professor precisa ter “didática”. Na fala de Romão, a função do educador é fazer uma “mediação pedagógica, pois ninguém aprende sozinho, mas em comunhão”. Diz ainda José Romão que é a “leitura do mundo” que nos possibilita a “consciência” e que, a cultura, nada mais é do que a “humanização da natureza”.</p>
<p><strong>Políticas compensatórias</strong></p>
<p>A uruguaia, que é também consultora do Fundo das Nações Unidas para a Educação e Cultura (Unesco), Maria Paz Echeverriarza Espínola, centrou sua explanação em cima de três aspectos: educação inclusiva; cultura emancipatória; a relação entre educação inclusiva, cultura emancipatória e a busca de uma sociedade mais justa. Para ela, a grande missão da educação é trabalhar com toda a forma de diversidade, tendo como horizonte essa sociedade mais justa. Entretanto, diz Maria, “nós, educadores, temos pouca ‘flexibilidade mental’ para aceitar essa diversidade, pois costumamos trabalhar de uma forma planificada”.</p>
<p>Pra combater o processo de exclusão na sociedade, segundo Maria Paz Espínola, o que está colocado na prática são as chamadas políticas compensatórias. Para ela, os efeitos negativos dessas políticas são imensos. Um dos primeiros é a estigmatização, ou seja, existe uma escola de pobres feita para pobres; o segundo efeito é o da condescendência pedagógica em que se aceita passivamente a “socialização da pobreza”; e, por último, a escola sobrecarregada, um local no qual recaem as idéias e as experiências políticas de governos as mais diversas. Apesar desse diagnóstico pouco otimista, Maria Paz Espínola diz não ter uma “receita pronta”, mas que é preciso pensar um projeto que seja mais democrático, pois não se pode sobreviver sem a escola.</p>
<p><strong>Educação para a paz</strong></p>
<p>A última expositora na manhã desta sexta foi Carmem Durán, do Seminário Galego de Educação para a Paz, da região de Santiago de Compostela, na Espanha. Carmem, que foi uma das palestrantes a substituir a ausência de Gaudêncio Frigotto (Brasil) e José Pacheco (Portugal), abriu seu discurso falando que retrataria o “pouco que sabia, mas o muito que sentia”. Ela leu trechos extensos da declaração Universal dos Direitos Humanos, exibiu um vídeo crítico à destruição do ambiente e às guerras, e, após, destacou que é preciso “fomentar a educação para a paz, para o respeito aos direitos humanos e contra toda a forma de discriminação”. Carmem Durán disse também que é preciso mobilizar a sociedade, especialmente os jovens, na busca de novas formas de convivência, em que a generosidade seja o ponto de destaque.</p>
<p><strong>A bela dissonância</strong></p>
<p>Antes do início das palestras desta manhã ocorreu uma apresentação artística que provocou comoção geral. Integrantes do grupo de dança “Marcando Presença”, da Sociedade ‘Bem Viver’ de Portadores de Síndrome de Down deram um exemplo de superação. A letra de “planeta sonho”, velha canção da banda 14 Bis, que diz que “a harmonia será Terra” e “a dissonância será bela” embalou os momentos encantadores daqueles jovens que, vistos por uma platéia calculada em torno de seis mil pessoas, demonstraram a beleza da diversidade do ser humano.</p>
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		<title>fme sm Encontros com o Professor: Dados sobre educação e paixão pela profissão</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 22:03:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albert.sansano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No Encontros com o Professor, o jornalista Ruy Carlos Ostermann conversou com o professor e diretor geral do Instituto Paulo Freire, Moacir Gadotti. Na conversa que contou com um público de mais de 300 pessoas, o professor fez um relato das ações do Instituto, entre eles o Mova Brasil, um projeto para promover uma ação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="https://lh3.googleusercontent.com/-b66bASTh2G4/SF6x28n1SKI/AAAAAAAAAsM/kPI2r_z7Nzk/s640/b%252520Eixo%252520III%252520-%252520Educa%2525C3%2525A7ao%252520e%252520%2525C3%252589tica%252520Planet%2525C3%2525A1ria%252520-%25252031_05_08.jpg" alt="" width="227" height="170" />No Encontros com o Professor, o jornalista Ruy Carlos Ostermann conversou com o professor e diretor geral do Instituto Paulo Freire, Moacir Gadotti. Na conversa que contou com um público de mais de 300 pessoas, o professor fez um relato das ações do Instituto, entre eles o Mova Brasil, um projeto para promover uma ação alfabetizadora que saia dos bancos escolares, e conforme Gadotti, uma metodologia que não só ensina a escrever, mas também ensina a ser cidadão.</p>
<p>Gadotti também comentou sobre o início do Fórum Mundial de Educação, que teria surgido a partir em 2001 durante o Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, junto a outros fóruns que também começaram a ser realizados. Ele destacou a filosofia de Paulo Freire, um grande pedagogo, que deixou um legado ao IPF e aos educadores. “Ele não deixou discípulos como seguidores de idéias, deixou a crença de que é possível mudar o mundo”, comentou.</p>
<p>O professor foi enfático ao dizer que o grande número de salas de aula não significa qualidade de ensino, sendo que esta caiu muito. Em épocas anteriores, tempos passados, quando o número de pessoas que tinham acesso à educação era bem menor, a qualidade de aprendizado era melhor. Mas mesmo com as pessoas freqüentando mais os bancos escolares ainda é grande o número dos que não vão à escola.</p>
<p>Explicando suas afirmações com dados, argumenta que hoje somente 15% de crianças entre zero e quatro anos têm acesso à educação infantil na primeira infância. Na cidade de São Paulo 75 mil crianças estão fora da escola. Estes dados negativos ele atribui ao tratamento destinado às políticas públicas para a educação no país. Segundo parâmetros mundiais quem não completa nove anos de estudos pode ser considerado analfabeto funcional, e segundo ele, no Brasil apenas 26% da população domina completamente a escrita e a leitura.</p>
<p>Osterman questionou Gadotti quanto às políticas públicas. “Elas não estão sendo adotadas ou não estão sendo adotadas de maneira correta?”. O professor comentou que em um período anterior a dez anos foi criado um problema por se priorizar o ensino fundamental, mas desde a posse no Ministério da Educação, o Ministro Fernando Haddad apresentou uma visão mais sistêmica do processo educativo, com ações que mexem com todos os níveis de ensino, desde a pré-educação até o pós doutorado, por exemplo.</p>
<p>O apresentador do programa também comentou sobre seu espanto com as respostas de Gadotti quando perguntado sobre o prazer de ser professor, apesar das dificuldades. “Como vi uma menina lhe perguntando professor: Como, sem salário, sem estímulos para exercer a profissão, alguém pode querer ser professor?, pergunta. Para Gadotti, professor há 45 anos, o segredo é insistir na “boniteza” da profissão. Em ensinar e aprender quando há busca, beleza e “boniteza”, como define Paulo Freire em seu último livro, Pedagogia da Autonomia.</p>
<p>Mesmo com todas as dificuldades Gadotti não vê o futuro com menos professores. “Eu vejo um futuro talvez com menos médicos em função da descoberta da cura para várias doenças, com menos dentistas, mas não vejo o mundo sem professores. Eu penso que nós professores temos que construir, temos que ver onde está o sentido das coisas, onde está a ‘boniteza’”, frisa. Para ele, a profissão de professor é a que ensina, que dá sentido para as coisas quando as marca como sinais. Ele lembra que o verbo ensinar, deriva do latin, do “signare”, onde este significa colocar dentro, gravar no espírito.</p>
<p>Encontros com o Professor – Tem o formato de um talk show, onde o apresentador Ruy Carlos Ostermann recebe a cada quinze dias um expoente da cultura brasileira para uma conversa informal com a participação do público. Esta edição do Encontros com o Professor é a primeira realizada de forma itinerante e Santa Maria foi a cidade escolhida por estar sediando o Fórum Mundial de Educação.</p>
<p><em>Texto Daiani Ferrari</em></p>
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		<title>FME SM Fórum Gerações em Movimento anima participantes</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 22:02:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Muita agito e participação marcaram a programação do Fórum Gerações em Movimento. Diversas oficinas, palestras e apresentações envolveram os participantes do FME. &#8220;Mostra de robótica&#8221; e &#8220;A família numa perspectiva ecológica&#8221; foram algumas das atividades realizadas no Centro Desportivo Municipal (CDM) e na Escola Marieta D’Ambrósio. Em uma sala completamente lotada, placas de E.V.A. ganharam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="https://lh4.googleusercontent.com/-vhTGBMazYhk/SF6xXqLDQnI/AAAAAAAAAqo/FMT9gsXEIZU/s640/Pessoal%252520escutando%252520a%252520confer%2525C3%2525AAncias%252520no%252520sol_FME_SM2008.jpg" alt="" width="230" height="172" />Muita agito e participação marcaram a programação do Fórum Gerações em Movimento. Diversas oficinas, palestras e apresentações envolveram os participantes do FME. &#8220;Mostra de robótica&#8221; e &#8220;A família numa perspectiva ecológica&#8221; foram algumas das atividades realizadas no Centro Desportivo Municipal (CDM) e na Escola Marieta D’Ambrósio.</p>
<p>Em uma sala completamente lotada, placas de E.V.A. ganharam formas na oficina “Deu a louca na bicharada”. A oficineira Tatiana Silveira considera que o artesanato é um instrumento muito interessante para o aprendizado. Para ela, esta atividade é uma oportunidade onde os professores conhecem novas ferramentas de ensino. “Desta maneira o professor aprende a enriquecer os trabalhos escolares”, analisa Tatiana.</p>
<p>Logo ao lado, adultos e idosos estavam atentos aos esclarecimentos do cardiologista Arnoldo Azevedo dos Santos. Na mini-palestra “Qualidade de vida na área do envelhecimento”, Arnoldo deu algumas dicas de como envelhecer com a saúde em dia. Entretanto sua principal mensagem foi a de solidariedade. “Não adianta só eu estar bem se tu não estiveres bem. Todos temos que estar bem” ressalta. O cardiologista acredita que todos os profissionais devem ter responsabilidade social. “Se todas as pessoas tivessem este pensamento, nossos problemas não seriam tantos” comenta.</p>
<p>No CDM, as estrelas foram os experimentos do Centro Marista de Integração (CMIC), da Escola Marista Santa Marta. As experiências apresentadas no pavilhão C encheram de curiosidade as pessoas que por ali passavam. O monitor do CMID, Jardel Soares, explicou que tudo é feito com materiais doados e visam a reciclagem. A metarecicla, computador adaptado e com todos os componentes visiveis, foi uma atração a parte. A pesar do equipamento não prezar pela estética, é muito digno no objetivo. “Isto serve para instigar as crianças, despertar a curiosidade delas. Fazer com que as crianças tenham vontade de aprender” disse Jardel.</p>
<p>O Fórum Gerações em Movimento promoveu uma programação intensa. Somente na Escola Marieta D’Ambrósio, cada uma das oito salas ocupadas receberam em média quatro atividades. Além de divertir os participantes, as atividades paralelas mostraram a cultura de Santa Maria, como nota a secretária geral de escola, Maria Lourdes Abreu de Lima: “A educação tem que ter a cultura para ser 100%”. Maria, que veio de Palmas em Tocantins, disse que hoje a educação deu um salto de qualidade muito grande, onde a cultura é o melhor meio para chegar até os jovens.</p>
<p>Além do aprendizado e dos novos conhecimentos, o Fórum Mundial de Educação mostrou a diversidade, cooperatividade e integração, conforme destaca a professora Jozi Toniolo: “O Fórum mostrou que não existem só as diferenças sociais, mas as de interesses, sexo, idades, e a educação é tudo isso e é para todos”.</p>
<p><em>Colaboração Priscila Costa</em></p>
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		<title>FME SM Acampamento da Juventude reúne 70 jovens de vários locais</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 22:01:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Desde o início do Fórum Mundial da Educação, que começou no dia 28 em Santa Maria, cerca de 70 estudantes estão participando do Acampamento da Juventude, uma das atividades paralelas ao evento. Eles estão alojados na Escola Estadual Irmão José Otão em salas de aula ou, para quem preferiu, no ginásio do colégio, onde montaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTF3DfKFFlbFG3NlfFl-HeEJ4R52CGjJ-kXpRY2CIlZdsG0HO0I" alt="" width="344" height="146" /></p>
<p>Desde o início do Fórum Mundial da Educação, que começou no dia 28 em Santa Maria, cerca de 70 estudantes estão participando do Acampamento da Juventude, uma das atividades paralelas ao evento. Eles estão alojados na Escola Estadual Irmão José Otão em salas de aula ou, para quem preferiu, no ginásio do colégio, onde montaram barracas e fugiram do frio.</p>
<p>Em uma das salas ocupadas, cerca de 15 meninas do curso de Pedagogia da Fundação Universidade Federal de Rio Grande (Furg) fizeram um verdadeiro acampamento com colchões no chão. Já em outra sala, mais de 20 estudantes, também do curso da Furg, perduram até roupas molhadas em um improvisado varal.</p>
<p>Segundo uma das organizadoras do Acampamento, Ananda de Carvalho, estudante de Geografia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o objetivo de unir os jovens no local é de integração e conhecimento, através da discussão. Durante os quatro dias de acampamento, os grupos participaram de diversas atividades ligadas ao FME, como oficinas de grafitagem, Hip Hop, de dança, saraus literários, entre outros. Além disso, ainda participaram de palestras e levam, certamente, uma bagagem cultural muito maior para o local de onde vieram.</p>
<p>Na noite desta sexta (30), os grupos de jovens de Pelotas, Rio Grande, Santa Cruz, Sapiranga, Novo Hamburgo, Recife (PE), da Itália e, é claro, de Santa Maria, já se preparavam para ir embora neste sábado (31), logo após a Marcha Cultural.</p>
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		<title>FME SM Marcha encerra evento e Carta é apresentada na Saldanha Marinho</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 22:00:32 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="https://lh4.googleusercontent.com/-p2BkohdbO18/SF6xkbsYiII/AAAAAAAAArQ/h4ohSi3sahw/s640/Economia%252520solid%2525C3%2525A1ria%252520-%252520com%2525C3%2525A9rcio%252520justo4_FME%252520SM_2008.jpg" alt="" width="223" height="167" />O encerramento do Fórum Mundial de Educação (FME) contou com uma Marcha Cultural que saiu ao meio-dia do Centro Desportivo Municipal (CDM) e percorreu as ruas Appel, Avenida Presidente Vargas, Serafim Valandro, Dr. Bozzano, chegando às 12h48 no Calçadão Salvador Isaía &#8211; onde está sendo realizada a Mostra Mundial de Economia Solidária. Na caminhada estiveram presentes o Prefeito Valdeci Oliveira, o Secretário de Educação, Carlos Pires e o Secretário de Esporte, Celso Giacomini, que junto a mais de 300 pessoas entoavam &#8220;Fórum Mundial de Educação, Santa Maria no coração&#8221;.</p>
<p>Durante os quatro dias do FME foram discutidas maneira viáveis de se construir uma sociedade mais igualitária pautada em princípios éticos e em laços de fraternidade tendo como cerne a educação. Economia Solidária e Ética Planetária nortearam as palestras e oficinas durante o Fórum. Mais de 15 mil pessoas passaram pelo CDM nos quatro dias do FME e cerca de 35 mil pessoas engajaram-se à causa através de oficinas e atividades culturais. Delegações de diferentes países estiveram presentes na cidade e dialogaram em prol de uma educação mais humanizadora, emancipadora e justa.</p>
<p>O Prefeito, Valdeci Oliveira, ressaltou a importância da participação de todos para a viabilização do Fórum na cidade e enalteceu que todos foram protagonistas deste bonito evento. Valdeci, em seu pronunciamento, grifou que é possível chegar a objetivos comuns com unidade coletiva. Lembrou aos presentes que no próximo mês começa a XV Feira de Economia Solidária. &#8220;O o coração do Rio Grande também é o coração da economia solidária&#8221;, ressaltou. Ainda salientou o reconhecimento da cidade ao consolidar-se em âmbito mundial como referência para transformar a sociedade através da educação. O Prefeito finalizou ao dizer que a educação não é somente programa de governo de sua administração e sim um projeto de vida.</p>
<p><strong>A Carta</strong></p>
<p>Após a chegada da Marcha na Praça Saldanha Marinho, foi lida a Carta de Santa Maria, com o resultado dos quatro dias de debates e conferências do FME. No documento foi dada ênfase para a construção de uma globalização alternativa que não tenha como fim único a competitividade e sim a ajuda mútua entre os povos. Assim como a construção de políticas públicas que propiciem a construção de uma sociedade mais isonômica, humanizadora e solidária.</p>
<p>Ainda foi salientado que através de discussões como as promovidas pelo FME é que se darão mudanças concretas que permitam fazer da sociedade um lugar mais justo. A Carta enfatizou o respeito às diferenças de toda a ordem e a necessidade da universalização dos bens da humanidade &#8211; como água, a democratização dos meios de comunicação, ações que priorizem o ensino e a pesquisa através de ações conjuntas entre os povos.</p>
<p>O parágrafo final reafirmou a necessidade de políticas públicas e práticas que viabilizem uma educação libertadora, emancipadora e inclusiva. O FME deixou evidenciado que um outro mundo é possível através da educação.</p>
<p><em>Colaboração: Texto Marcelo Martins</em></p>
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		<title>FME Santa Maria Final</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 21:58:41 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="https://lh3.googleusercontent.com/-m_gJ9OTGtWk/SF6wjXQLL8I/AAAAAAAAAoM/oxJR5fs2k7I/s640/P%2525C3%2525BAblico%252520entusiasmado%2525203.jpg" alt="" width="226" height="169" />Segundo a Secretaria Executiva, 35 mil pessoas participaram das atividades que envolveram debates temáticos, grandes conferências, apresentações culturais e de pôsteres, atividades autogestionadas, Fórum Gerações em Movimento, além de outras atividades simultâneas.</p>
<p>Deste número, 15 mil pessoas passaram pelo credenciamento e entre elas, aproximadamente, 3 mil foram crianças, idosos e isentos. Uma das atividades paralelas foi a Mostra de Economia Solidária, que segundo o Projeto Esperança-Cooesperança, levou para a Praça Saldanha Marinho 3 mil pessoas por dia. Outros espaços também receberam grande público, como a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o Hotel Itaimbé, escolas e clubes da cidade.</p>
<p>Para os que vieram de outras cidades, o FME foi muito produtivo e motivo de crescimento. &#8220;Ele teve muito significado para todos que estiveram aqui presentes nestes quatro dias. Irá nos ajudar a fortalecer a busca por uma realidade melhor, baseada na economia solidária&#8221;, comentou a professora da Rede Estadual de ensino de Uruguaiana, Rosangela Carvalho.</p>
<p>Já para os santa-marienses, o FME foi motivo de orgulho. Professor há 25 anos, e trabalhando sempre dentro da sala de aula, César Camargo, se entusiasma ao falar do evento. &#8220;Foi show de bola. Os palestrantes, a organização, tudo foi ótimo. Espero que tenhamos outro aqui na cidade&#8221;, deseja.</p>
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